30 de dezembro de 2008

Sei la entende.

E o que você fez?



Reclamar não vai adiantar, que assim faz é completamente fraco.

Também não basta desejar, sonhar e idealizar. Tem que ter atitude.

Talvez não tenha feito nada, talvez deixei a desejar por muita coisa.

Mas fiz o que esteve ao meu alcance, e fiz muito, e se tivesse me esforçado mais conseguiria os desejos.

Cansei de muita coisa, porem não basta somente cansar, devo mudar e mudar rapidamente, silenciosamente como um lobo em noite fria. No fim, todos se deram bem, tanto amorosamente como financeiramente.

Mas no fim mesmo vou me dar bem, não por desejar, mas por merecer e por confiar em mim.

Fiz tudo como quis, não fui obrigado a nada, não mais obrigarão. Tenho o livre arbítrio, de fazer minhas próprias escolhas. Foda-se o mundo, foda-se quem ao menos entrar em minha frente.

Não sou filho de papai rico para chorar quando estou com fome.

Não tenho namoradinho para arcar com todas minhas despesas, e investimentos futuros.

Não tenho mamãe para cobrir minhas desavenças com a vida.





Ando só
Pois só eu sei 
Pra onde ir 
Por onde andei 
Ando só nem sei por que 
Não me pergunte o que eu não sei....



Por Lawrence Brito

17 de dezembro de 2008

Revolta

É muito simples as pessoas que sabem da minha vida, que convivem comigo, apontar erros pessoais com palavras hostilizastes. É muito simples todos os dias as pessoas cobrarem-me uma tida boa forma física, ou uma boa condição financeira.
É.... há quem diga calunias sobe mim, há quem pensa que sou uma espécie de “flora”(personagem da novela), mafioso, manipulador, que possuo emoções superficiais, teatrais e falsas, ciúmes exagerados, ausência de sentimentos de remorso, de culpa, e de piedade com as pessoas, que me submeto a insensatez de mentiras, abusos e trapaças e outros absurdos imerecidos de serem expostos.
Aff, talvez eu deva ser a pior pessoa na face da terra, talvez eu seja tudo isto que estão dizendo, talvez eu mereça sofrer na vida para curar toda esta paradigma.

Oras bolas! Não sou o que os maus pensamentos sugerem, não sou o que me cobram. Ninguém sabe dos meus medos, anseios, minhas carências, meus desejos, meu calor em noites frias.
Apenas tentam adivinhar groseramente minhas emoções.
Muitos vieram me visitar, não trazendo em mãos ao menos uma coca-cola, ou algo que pudesse me alegrar, sempre entraram no meu lar, intencionando usufruir da minha tal digna condição de vida.
Nunca ninguém ao menos desejou – me um bom dia ou uma boa noite de sonhos, e se desejaram, tenho em mente e em meu coração, as quais assim fizeram.
Quantos um dia matei a fome? Quantos um dia abrir a porta de minha casa, por não ter onde dormir? Quantas vezes, em noites em baladas banquei? Quantas vezes levei prazer alimentar para determinadas pessoas e nem ao menos depois me trouxeram o mesmo? E quando assim fizeram pediram-me para ajudar em uma porcentagem na aquisição do objeto! Quantas vezes ajudei e nem fui reconhecido? Quantas vezes tentei ajudar, orientar, esclarecer e nem ao menos ouvir um simples obrigado.
Mas não, é mais natural alegar diversas inverdades e acusações medíocres e baixas sobre minha pessoa.
Quando estive no auge, quando proporcionei algo de bom, quando pude dispor dos meus talentos ágeis, era tratado com respeito e estrelismo, mas bastava eu, numa minúscula falha, para ser jogado aos ventos, ser crucificado, hostilizado, mantedor de inúmeros delitos.
Como se eu fosse o pior dos piores.

Cansei disto tudo.
Cansei desta mediocridade, desta falsidade existente no sangue humano.
Cansei de somente dispor e nada ganhar em troca.
Cansei de palpites na forma como vivo.
Cansei, cansei e cansei.

Vão todos a merda, vão todos tomar no CÚ.

Por Lawrence Brito