Nem todos conseguem enxergar a profundidade da minha busca, minhas verdades, minha solidão, meus medos, meus pesadelos, minhas preocupações. Não quero e não sou digno de pena de ninguém, apenas de Deus, pois Ele é o único que sabe verdadeiramente sobre minha vida.
Ajudei a muitos, e vou continuar ajudando ate que eu perceba que isso possa me prejudicar de uma forma ou de outra. Não quero reciprocidade. Temos que nos acostumar em fazer o bem sem esperar nada em troca.
Hoje, ele arrumou a mala cantarolando, para disfarçar o clima triste. Eu, friamente fingia não importar e junto a TV e internet me distraia. Ele telefonou para uma conhecida a fim de buscá-lo. Colocou a mala nas costas, aproximou-se de mim, despediu-se e tomou rumo em direção a porta. O acompanhei ate a rua. Meus sentimentos se confundiam. Aliviava-me de uma preocupação e entristecia-me pois ia embora uma companhia. Mas como já estou completamente acostumado com percas, isto seria mais uma dentre outras tão traumáticas. E la se foi adentrando em um Ford-ka. Acendi um cigarro, acenei desanimadamente e o vi indo embora.
Pronto... fiz minha parte. Claro que tudo isso me teve um custo que me preocupava e me enraivava mas após o mesmo ter ido embora, meu celular vibrou com uma mensagem com os seguintes dizeres: “QUE DEUS TE ABENÇOE MUITO POIS AMIZADE COMO A TUA É UM PREVILEGIO A POUCOS. TE AMO”.
E isso ... fica a seguinte reflexao.
Ajudar o próximo equivale um esforço grandioso próprio, um desprendimento mutuo em trazer a alguém que te pede ajuda a solução do problema. Uma palavra amiga, um prato de comida, um cobertor quentinho e cheirosinho e ate mesmo a metade do meu perfume me fez dizer a mim mesmo que valeu a pena o ter ajudado. Pois a reciprocidade dele, o que não esperava de forma alguma, veio num ato humilde de uma simples mensagem, que para mim dizia: “Dever cumprido, você tem um pontinho la no céu”...
Ai... você que ainda não entendeu a moral disso tudo, pergunta:
E o dinheiro e as despesas que você gastou o abrigando? E o perfume que ele acabou, de tanto usar? E isso e aquilo!!! E bla bla bla....
Ai... eu respondo.
Deus me dara em dobro!!! Eu confio.
Ajudei a muitos, e vou continuar ajudando ate que eu perceba que isso possa me prejudicar de uma forma ou de outra. Não quero reciprocidade. Temos que nos acostumar em fazer o bem sem esperar nada em troca.
Hoje, ele arrumou a mala cantarolando, para disfarçar o clima triste. Eu, friamente fingia não importar e junto a TV e internet me distraia. Ele telefonou para uma conhecida a fim de buscá-lo. Colocou a mala nas costas, aproximou-se de mim, despediu-se e tomou rumo em direção a porta. O acompanhei ate a rua. Meus sentimentos se confundiam. Aliviava-me de uma preocupação e entristecia-me pois ia embora uma companhia. Mas como já estou completamente acostumado com percas, isto seria mais uma dentre outras tão traumáticas. E la se foi adentrando em um Ford-ka. Acendi um cigarro, acenei desanimadamente e o vi indo embora.
Pronto... fiz minha parte. Claro que tudo isso me teve um custo que me preocupava e me enraivava mas após o mesmo ter ido embora, meu celular vibrou com uma mensagem com os seguintes dizeres: “QUE DEUS TE ABENÇOE MUITO POIS AMIZADE COMO A TUA É UM PREVILEGIO A POUCOS. TE AMO”.
E isso ... fica a seguinte reflexao.
Ajudar o próximo equivale um esforço grandioso próprio, um desprendimento mutuo em trazer a alguém que te pede ajuda a solução do problema. Uma palavra amiga, um prato de comida, um cobertor quentinho e cheirosinho e ate mesmo a metade do meu perfume me fez dizer a mim mesmo que valeu a pena o ter ajudado. Pois a reciprocidade dele, o que não esperava de forma alguma, veio num ato humilde de uma simples mensagem, que para mim dizia: “Dever cumprido, você tem um pontinho la no céu”...
Ai... você que ainda não entendeu a moral disso tudo, pergunta:
E o dinheiro e as despesas que você gastou o abrigando? E o perfume que ele acabou, de tanto usar? E isso e aquilo!!! E bla bla bla....
Ai... eu respondo.
Deus me dara em dobro!!! Eu confio.