Convite recebi para participar da grande festa, da minha Amiga Dona "M", logo providenciei uma caixa de cerveja. Dinhero nem sei onde consegui, mas sei que apareceu.
A noite caiu, e lá cheguei ansioso, pois não se tratava de uma simples festa, e sim, de um evento muito bem conceituado por todos que frequentam anualmente, numa casa muito bem vista por políticos e pelo público ativo.
Se tratava de uma festa de uma pessoa caridosa, bela, sincera, falante, alegre, divertida, enigmática, talvez perigosa, mas muito maizona.
Flores brancas e rosas vermelhas decoravam o recinto, o qual se pareçe um enorme castelo. Pequenos vasos de flores sobrepostas a mesas, davam boas vidas aos convidados, que chegavam ansiosos para vê-la.
Um altar com velas e bebidas, luxuavam o ambiente, que era iluminado com cartiçais de velas vermelhas.
Logo, tratei de dirigir-me ao chop, que seria cuidado por mim, isto para não haver desperdíçios ou algo semelhante.
Posso confessar que lá foi um dos melhores lugares da festa, o fato de servir chop, fez com que me entretesse com os convidados da festa. Conversava com um, brincava com outro, ria dali, brincava daqui, enfim.
A noite apenas se tornava interesante.
A demora da homegeneada da noite, fazia que os convidados perguntasem um para o outro, onde a encontrava. Eu, como amigo da casa, respondia que estava se arrumando, pois ela, sendo anfitriã, não poderia decpcionar os convidaodos com o seu visual, em sua sua festa.
Logo, os atabaques anuciavam sua chegada, e ao som de sua canção, desceu-se as escadas com um belo leque, cumprimentando todos que ali se deslumbravam com tanta energia resplandescente em seu sorriso.
O perfume exalava-se por todo o saguão.
O belo vestido com dons roxos davam glamour a quem merecia.
Tudo estava perfeito.
Imediatamente, todos os convidados animaram-se, direcionando a mesa, com diversas iguarias apetitosas.
A festa transcorria muito bem. A anfitriã fazia-se presente conversando com todos.
Sua enorme taça, sempre encontrava-se cheia. O som penetrava na alma.
Um certo momento, no meio da roda, me encontrei, e lá me perguntava, e não acreditava que vivia aquele momento transcendental.
Momento este jamais esqueçido.
"Por Lawrence Brito in reflection state"
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