24 de setembro de 2008

A festa da Dona "M"

Convite recebi para participar da grande festa, da minha Amiga Dona "M", logo providenciei uma caixa de cerveja. Dinhero nem sei onde consegui, mas sei que apareceu.

A noite caiu, e lá cheguei ansioso, pois não se tratava de uma simples festa, e sim, de um evento muito bem conceituado por todos que frequentam anualmente, numa casa muito bem vista por políticos e pelo público ativo.
Se tratava de uma festa de uma pessoa caridosa, bela, sincera, falante, alegre, divertida, enigmática, talvez perigosa, mas muito maizona.

Flores brancas e rosas vermelhas decoravam o recinto, o qual se pareçe um enorme castelo. Pequenos vasos de flores sobrepostas a mesas, davam boas vidas aos convidados, que chegavam ansiosos para vê-la.
Um altar com velas e bebidas, luxuavam o ambiente, que era iluminado com cartiçais de velas vermelhas.

Logo, tratei de dirigir-me ao chop, que seria cuidado por mim, isto para não haver desperdíçios ou algo semelhante.
Posso confessar que lá foi um dos melhores lugares da festa, o fato de servir chop, fez com que me entretesse com os convidados da festa. Conversava com um, brincava com outro, ria dali, brincava daqui, enfim.
A noite apenas se tornava interesante.

A demora da homegeneada da noite, fazia que os convidados perguntasem um para o outro, onde a encontrava. Eu, como amigo da casa, respondia que estava se arrumando, pois ela, sendo anfitriã, não poderia decpcionar os convidaodos com o seu visual, em sua sua festa.

Logo, os atabaques anuciavam sua chegada, e ao som de sua canção, desceu-se as escadas com um belo leque, cumprimentando todos que ali se deslumbravam com tanta energia resplandescente em seu sorriso.

O perfume exalava-se por todo o saguão.
O belo vestido com dons roxos davam glamour a quem merecia.

Tudo estava perfeito.

Imediatamente, todos os convidados animaram-se, direcionando a mesa, com diversas iguarias apetitosas.

A festa transcorria muito bem. A anfitriã fazia-se presente conversando com todos.
Sua enorme taça, sempre encontrava-se cheia. O som penetrava na alma.
Um certo momento, no meio da roda, me encontrei, e lá me perguntava, e não acreditava que vivia aquele momento transcendental.
Momento este jamais esqueçido.



"Por Lawrence Brito in reflection state"

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