É, não sei por qual motivo, mas me passou em mente uma leve impresão que realmente preciso viver uma grande e inesquecível história de amor, aliás, uma ilusão momentânea por um curto espaço de tempo, de uma forte e inusitada paixão avassaladora, daquelas que os adolescentes se aventuram vivendo uma história digna de cinema, o qual deixa os olhinhos brilhantes e o caração palpitante e esperançoso, se motivando a fazer tudo com maior ânimo.
É realmente, todos nós precisamos viver momentos assim, só não vale vivé-los, se esquecendo que existe o mundo lá fora como amigos, famílias, afazeres, enfim.
Cabe cada qual saber administrar os romances vividos e também os sofridos. Digo sofridos, pois toda relação mal sucedida, vem trazer um certo sofrimento ou frustração sentimental.
Lembro-me de duas grandes paixões, digo paixões porque foram em um pequeno espaço de tempo e me fizeram viver com o coração palpitante, e com os olhos brilhantes.
Um deles chama-se Tairone. O conheçi numa boate, numa época que não tinha muitos amigos, e saia sozinho. Recordo que ele começou a me olhar, chegou em mim, e após 20 minutos de conversa me convidou para ir a sua casa, tentando me convencer que não suportava tumúldo e som muito alto. Expliquei a ele que o conheçia a pouco tempo, e tinha receio. Depois de algum tempo, o levei até a porta, nos beijamos fervorosamente, e nos despedimos. E ele se foi. Confesso que no momento me arrependi de não aceitar o convite, porém fui para a pista de dança e lá continuei dançando sozinho, mas derrepente, duas mãos cobriram meus olhos, e ao olhar para tras, vi o rosto que me apaixonara na noite. Logo depois de uma hora, não mais resisti o seu encantante convite, e para sua residência fui.
Passamos uma bela noite, transamos de forma nunca antes vivida, inusitante, mas como toda história tem momentos trágicos, tudo se desencantou no outro dia, quando ele me disse que não queria algo sério, que somente queria viver momentos. Eu, como bobinho na época era, imaginei que pudesse mudar a situação, e no fim me dei mal. Ficamos por mais um tempo, cerca de um mês. A cada transa, mais me apaixonava, e deduzia, que os sentimentos dele fosse os mesmos que os meus. Mas um belo dia, perdemos o contado, e cada um foi viver suas vidas, me restando assim, somente a história, e um belo amor que não tive por muito tempo, apenas momentos vividos, e a esperança de encontrar um encantante rômance.
O outro se chama Marcelo, fino, educado, moreno alto, amava seu sorriso metálico, e seu jeitinho cativante de dançar. Nos conhecemos numa festa em uma chácara, vivemos picantes momentos em alguns motéis da cidade. Terminamos e voltamos depois de um certo tempo, algo em torno de um ano, mas a ultima volta, foi o fim.
Hoje ele deve estar ótimo, deve ter encontrado alguém, deve estar vivendo sua vida sem ao menos saber que um dia fui apaixonado tão quantamente por ele, e que hoje citei seu nome neste post.
É, cabe-me encontrar alguem, não por sexo ou paixão. Vejo que preciso de alguém que me policie, que cuide de mim, que me aconselhe, que me traga alegria. Poís viver só, é deprimente, triste, complicado, mas foi a minha escolha, agora me resta encontrar alguem que me ajude a mudar a forma como penso.
Por Lawrence Brito in lack state.
É realmente, todos nós precisamos viver momentos assim, só não vale vivé-los, se esquecendo que existe o mundo lá fora como amigos, famílias, afazeres, enfim.
Cabe cada qual saber administrar os romances vividos e também os sofridos. Digo sofridos, pois toda relação mal sucedida, vem trazer um certo sofrimento ou frustração sentimental.
Lembro-me de duas grandes paixões, digo paixões porque foram em um pequeno espaço de tempo e me fizeram viver com o coração palpitante, e com os olhos brilhantes.
Um deles chama-se Tairone. O conheçi numa boate, numa época que não tinha muitos amigos, e saia sozinho. Recordo que ele começou a me olhar, chegou em mim, e após 20 minutos de conversa me convidou para ir a sua casa, tentando me convencer que não suportava tumúldo e som muito alto. Expliquei a ele que o conheçia a pouco tempo, e tinha receio. Depois de algum tempo, o levei até a porta, nos beijamos fervorosamente, e nos despedimos. E ele se foi. Confesso que no momento me arrependi de não aceitar o convite, porém fui para a pista de dança e lá continuei dançando sozinho, mas derrepente, duas mãos cobriram meus olhos, e ao olhar para tras, vi o rosto que me apaixonara na noite. Logo depois de uma hora, não mais resisti o seu encantante convite, e para sua residência fui.
Passamos uma bela noite, transamos de forma nunca antes vivida, inusitante, mas como toda história tem momentos trágicos, tudo se desencantou no outro dia, quando ele me disse que não queria algo sério, que somente queria viver momentos. Eu, como bobinho na época era, imaginei que pudesse mudar a situação, e no fim me dei mal. Ficamos por mais um tempo, cerca de um mês. A cada transa, mais me apaixonava, e deduzia, que os sentimentos dele fosse os mesmos que os meus. Mas um belo dia, perdemos o contado, e cada um foi viver suas vidas, me restando assim, somente a história, e um belo amor que não tive por muito tempo, apenas momentos vividos, e a esperança de encontrar um encantante rômance.
O outro se chama Marcelo, fino, educado, moreno alto, amava seu sorriso metálico, e seu jeitinho cativante de dançar. Nos conhecemos numa festa em uma chácara, vivemos picantes momentos em alguns motéis da cidade. Terminamos e voltamos depois de um certo tempo, algo em torno de um ano, mas a ultima volta, foi o fim.
Hoje ele deve estar ótimo, deve ter encontrado alguém, deve estar vivendo sua vida sem ao menos saber que um dia fui apaixonado tão quantamente por ele, e que hoje citei seu nome neste post.
É, cabe-me encontrar alguem, não por sexo ou paixão. Vejo que preciso de alguém que me policie, que cuide de mim, que me aconselhe, que me traga alegria. Poís viver só, é deprimente, triste, complicado, mas foi a minha escolha, agora me resta encontrar alguem que me ajude a mudar a forma como penso.
Por Lawrence Brito in lack state.
Li seu post anterior e tem a ver sim com meu post anterior tb.
ResponderExcluirSabe o que me veio a cabeça agora?
"Sociedade, adeque-se".
enfim...
sobre os amores acho que me encontro meio como vc e meio não.
Quero, nao quero.
Acho que vivo, acho que não...
confuso
=/
sumi, mas volteii
:D
;****
"Como arranjar um marido?"
ResponderExcluirSeria mais simples se fosse tipo drive-in ou então pegar na prateleira (onde na embalagem você descobriria se iria querer ou não) ou ainda por encomenda, né?
Mas vamo combinar, marido agora não.
Vamo aproveitar mtos e mtos anos ainda!
=X
hehehehehe
beijãooo
otima semana pra vc!
:D
Acho que temos que viver os momentos mesmo, aproveitar como fossem últimos, vai saber do amanhão, certo?
ResponderExcluiré q as vezes sentimos falta de um colo, de um abraço na noite fria, enfim...
amizade verdade é assim, mesmo distante, aposto q seu amigo não esquece.