15 de novembro de 2008

Violência contra crianças, Vamos dar um basta!



A onda de crimes contra crianças vem aumentando no Brasil, talvez isso não se deva tão somente pela maior ocorrência destes tipos de casos, mas também, pelo aumento de denúncias que envolvam esses crimes, os quais muitas vezes são praticados dentro de casa e mantidos no anonimato, crimes esses que vem deixando preocupada as autoridades que lidam quase diariamente com vários fatos como: maus-tratos físicos e psíquicos, violências sexuais, corrupção, homicídios, exploração do trabalho infantil e espancamentos.

Diante das várias barbáries que os criminosos agem com as crianças, deixa nos perplexos e a refletir o motivo que leva um individuo a agir cruelmente com as mesmas, fazendo nos perguntar se as leis estão realmente punindo.

A aprovação de um projeto de lei, que aumentará as penas de violências que envolvam pedofilia, qualificando melhor os crimes relacionados ao uso da internet e tipifica outros, introduzirá um momento histórico brasileiro. Esta lei é importante para a sociedade brasileira, que se vê revoltada perante as crueldades noticiadas. É um avanço para a população, pois o agressor muitas vezes é o próprio pai, padrasto ou conhecido da família.

A luta contra violência infantil merece atenção da sociedade e das autoridades. O combate a pedofilia deve ser intenso nos âmbitos gerais da sociedade. A policia deve desenvolver mecanismos de ação para inibir, punir e investigar estes criminosos completamente disturbados, que nos aterrorizam e envergonham. Empreender uma medida de censura na internet, mobilizar campanhas contra este tipo de violência, fortalecer com mais severidade a lei que pune, os casos de maus tratos físicos e psíquicos, estruturarem física e politicamente as delegacias de proteção a criança e adolescente, os conselhos tutelares, os serviços de denúncias anônimas, e toda rede de atendimento a criança e adolescente, pois somos sabedor da ineficiência dos serviços de proteção à criança e ao adolescente no Brasil, que beira o absurdo, não cabendo culpa a um único e sim ao sistema num todo.

Contudo, cabe-nos refletir sobre nossa parcela de ajuda para punir estes delinqüentes, intensificando nossos direitos em prol benéfico da sociedade. Conscientizarmos da imoralidade, do pecaminoso, do perverso que estes retardatários causam, é ilustrar nosso respeito ético sobre o mal produzido. Denunciar e divulgar estes casos retratará nosso desabafo e revolta. Cobrar das autoridades, políticas de atendimento, de proteção e punição para a violência infantil é, avançar criteriosamente a favor do nosso próprio bem estar, pois o que não queremos para nós, também não desejamos a nossas famílias.

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